domingo , 17 dezembro 2017
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Esboço – A receita da Vitória

A Receita da Vitoria – Ex 17.8-13 – Esboco (Arquivo)

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Ex 17.8-13

Introdução: Quem aqui deseja fracasso para sua vida? Ninguém. Quem quer conhecer a vitória precisa aprender com este episódio que trata da  batalha de Refidim e narra a primeira batalha que Israel teve de travar contra os amalequitas após deixar o cativeiro egípcio.

Tanto quanto indivíduos quanto comunidade e igreja podemos aprender com a atitude de Israel. Podemos fazer um paralelo entre o povo hebreu e a igreja. Os hebreus deixaram a escravidão no Egito e eram peregrinos a caminho de Canaã, a Terra Prometida. Nós, igreja do Senhor, deixamos o domínio do pecado quando fomos libertos por Cristo e agora somos peregrinos nesta vida rumando para Canaã Celestial. Assim como os israelitas tiveram percalços, temos os nossos também.

O confronto era desigual porque os hebreus eram despreparados para a guerra. Os traiçoeiros amalequitas atavam por trás produzindo baixas entre os idosos, doentes e crianças. Mesmo assim, Israel venceu. Como?

Nosso inimigo também é traiçoeiro e procura nos pegar desprevenidos. Mas podemos (e devemos) vencer.

Qual a receita da vitória de Israel que pode nos ajudar na nossa vitória hoje? São dois os ingredientes:

  • O primeiro ingrediente: A compreensão que cada crente faz parte de um todo.

Havia uma diversidade de funções e cada um cumpriu eficazmente o papel que lhe cabia na batalha: Moisés, Arão e Hur, Josué e os guerreiros. Ninguém ficou disputando a primazia, pois o sucesso de um e de todos dependia da dedicação de cada um e de todos. Se falhassem, todos morreriam.

Uma das coisas mais prejudiciais na igreja é quando o crente não tem noção de que faz parte de um todo e sente ou quer se manter isolado. Rm 12.3-8 aponta em direção oposta a essa idéia.

  • O segundo ingrediente: a compreensão que cada crente deve ter do seu valor pessoal.

Naquela batalha não competia a Hur ocupar o lugar de Moisés nem deste comandar o exército de Josué, e assim por diante. Cada um tinha a sua função e cumpriu a sua tarefa. Se entrassem em competição por primazias, seriam vencidos e mortos.

Na igreja do Senhor não há lugar para ciúme, inveja, mágoas, disputas, facções, partidarismos, autoritarismos, arrogância, etc.

Ninguém deve pensar que é incapaz ou que não tem valor ou importância. Também ninguém deve se julgar a estrela ou o principal.

Ilustração: Charles Spurgeon, grande pregador inglês, contou que sonhou que Deus lhe disse que ele não receberia nenhum galardão pelas milhares de conversões que ocorreram através da sua pregação. O mérito seria de um velho cego que se sentava à frente e orava intensamente pelos perdidos.

Cada um de nós tem espaço no reino de Deus. Cada um de nós tem algo a fazer pela obra de Deus porque somos parte de um todo e devemos ter a compreensão de que cada um de nós tem valor pessoal.

Conclusão: A marca mais acentuada da igreja primitiva, no início de sua história, era que eles eram unidos e formavam um só corpo. Na batalha de Refidim, a vitória veio para Israel veio porque foram unidos e cada um se engajou na sua função e cumpriu sua tarefa.

Que nós, pastores, líderes de célula, hospedeiros, discipuladores, etc. Façamos com diligência nossa parte para que a vitória se concretize.

A vitória de um é a vitória de todos!

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